Not support Recaptcha Ir direto ao conteúdo
Ajinomoto do Brasil
Seta
Região País/Região
Seta

Nossos destaques na Mídia

Veja as novidades sobre as principais matérias publicadas pela imprensa sobre a Ajinomoto do Brasil.

Notícias

AminoScience: a ciência que torna a pecuária mais eficiente e de baixa emissão

Saiba mais

Notícias

Tecnologia para fornecer lisina de forma eficiente ao organismo da vaca

Saiba mais

Notícias

O detalhe na embalagem que pode transformar sua dieta

Especialista explica a importância da reformulação de produtos e rótulos para redução do consumo diário de sal dos brasileiros Em vigor desde outubro de 2022, a nova rotulagem nutricional frontal em alimentos industrializados, que destaca o excesso de nutrientes como o sódio, tem ampliado a atenção dos brasileiros sobre a alimentação mais saudável. O consumo médio de sal no país continua sendo quase o dobro do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o que tem levado a indústria a investir em tecnologia e em iniciativas voltadas à interpretação dos rótulos e à promoção de hábitos mais equilibrados. Mais do que um alerta, os novos rótulos buscam orientar escolhas conscientes. Especialistas afirmam que a redução do consumo de sódio depende tanto da seleção de produtos disponíveis quanto do uso adequado dentro de uma dieta balanceada. Segundo a nutricionista Marília Zagato, temperos industrializados não devem ser vistos como vilões, já que passam por controle de qualidade e apresentam quantidade de sódio padronizada. “A recomendação de uso no rótulo indica a porção ideal para manter o sabor e o equilíbrio nutricional, algo difícil de controlar quando se utiliza o sal diretamente do saleiro”, explica. Uso do glutamato monossódico A inovação tem sido aliada nesse processo. A Ajinomoto do Brasil, por exemplo, utiliza a ciência dos aminoácidos para reduzir o teor de sódio sem comprometer o sabor. O uso do glutamato monossódico (MSG) permite intensificar e prolongar a percepção dos sabores, possibilitando a criação de produtos com menos sal. Entre 2020 e 2024, a empresa afirma ter reduzido 103,1 toneladas de sal e 3,9 toneladas de gordura saturada em seu portfólio. [caption id="attachment_7635" align="aligncenter" width="578"] Especialista explica a importância da reformulação de produtos e rótulos para redução do consumo diário de sal dos brasileiros - Divulgação[/caption] Um exemplo prático foi a revisão de mais de 4 mil receitas no portal Sabores Ajinomoto, que resultou em menos 18 kg de sal nas preparações. Considerando os acessos ao site, a empresa estima que deixou de recomendar cerca de 650 toneladas de sal aos consumidores. A nutricionista conclui que o debate sobre alimentação deve ser amplo. “Culpar um único ingrediente é uma simplificação perigosa. O essencial é adotar uma dieta balanceada e um estilo de vida voltado à saúde e ao bem-estar, com informações claras para escolhas conscientes.” Nova rotulagem nutricional muda apresentação de alimentos embalados Com o novo modelo de rotulagem, alimentos industrializados que apresentarem excesso de açúcar, sódio ou gorduras saturadas deverão trazer uma lupa na parte frontal da embalagem indicando essa informação. A medida busca facilitar a identificação rápida pelo consumidor. Além da lupa, a tabela de informação nutricional também passa por alterações. O conteúdo será exibido apenas em letras pretas sobre fundo branco, para destacar os dados em relação às demais cores da embalagem. Outra mudança é a forma de indicar os valores nutricionais. O valor energético e a quantidade de nutrientes deverão ser informados por 100 g ou 100 ml, permitindo comparação entre diferentes produtos. Também será obrigatório discriminar os açúcares totais e adicionados. Se o alimento tiver lupa destacando excesso de algum nutriente, como açúcar, ficará proibido trazer alegações positivas sobre o mesmo item — por exemplo, não poderá exibir frases como “menos açúcar”.

Saiba mais

Notícias

Banco do Brasil e Ajinomoto do Brasil firmam parceria estratégica para descarbonização da pecuária

O Banco do Brasil e a Ajinomoto do Brasil anunciam nesta quinta-feira, 13, durante a COP30, em Belém (PA), a celebração de um Memorando de Entendimento (MoU) para estabelecer uma colaboração estratégica entre as partes, voltada ao financiamento e à promoção de ferramentas que visam fomentar a geração de créditos de carbono no setor agropecuário brasileiro e reduzir emissões de carbono. O acordo estabelece a colaboração entre as empresas para ampliar o acesso dos clientes pecuaristas do BB a produtos e soluções que favorecem a redução das emissões de gases de efeito estufa e o aumento da produtividade. O Banco apoiará projetos de financiamento verde e de geração de créditos de carbono, enquanto a Ajinomoto atuará na promoção e no suporte técnico à adoção de suas tecnologias sustentáveis. A aliança se concentrará, inicialmente, na ampliação do uso do AjiPro™-L, uma tecnologia inovadora que diminui o excesso de proteína nas rações do gado, responsável pela geração de gases de efeito estufa. Essa solução permite reduzir em até 25% as emissões de óxido nitroso e cerca de 10% as de metano, o equivalente a até uma tonelada de CO₂ por animal ao ano. Em um segundo momento, o convênio também pode incluir o portfólio de biofertilizantes e outros insumos com foco em sustentabilidade e produtividade agrícola. O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Gilson Bittencourt, afirma que “este protocolo de intenções reforça o compromisso do Banco do Brasil com a promoção de práticas sustentáveis no agro brasileiro. Ao unir esforços com a Ajinomoto, buscamos viabilizar soluções inovadoras que contribuam para a descarbonização da pecuária e para a geração de créditos de carbono, fortalecendo o papel do BB como agente estratégico na transição para uma economia de baixo carbono”. “A Ajinomoto do Brasil possui um histórico de mais de um século baseado na ciência dos aminoácidos, a AminoScience, e estamos aplicando esse conhecimento para resolver desafios globais, como as mudanças climáticas e a segurança alimentar. A parceria com o Banco do Brasil é um marco fundamental, que transforma a nossa inovação tecnológica, em uma ferramenta de mercado acessível, permitindo que o produtor rural brasileiro lidere a transição para uma pecuária mais sustentável e de baixo carbono. Vale ressaltar que a iniciativa também reforça nosso senso de respeito pela sabedoria das práticas agrícolas tradicionais, que carregam um profundo valor cultural e ambiental”, afirma Naoko Yamamoto, CEO da Ajinomoto do Brasil.

Saiba mais

Notícias

Na receita da Ajinomoto, plano é repetir “melhor ano da história” nos fertilizantes

Empresa conhecida por seus temperos e ingredientes para indústria de alimentos, diz que já possui 2% de market share em fertilizantes foliares, mas projeta crescimento menor na safra 2025/2026 A japonesa centenária Ajinomoto, que está desde 1956 no Brasil, vinha crescendo dois dígitos até a safra 2024/2025 nas vendas de fertilizantes.  A empresa acompanhou o crescimento da demanda por fertilizantes especiais na agricultura brasileira, que se intensificou na última década. Um de seus diferenciais é o fato de produzir o adubo como um coproduto obtido no processo de fermentação, quando é gerado o seu principal item industrial, que é um aminoácido chamado glutamato monossódico.  O glutamato está nos seus produtos conhecidos, como o tempero Sazon e também nos ingredientes que a Ajinomoto vende para indústrias de alimentos e food service.  A fermentação usa como principal matéria-prima a cana-de-açúcar, que ajuda, portanto, a gerar o fertilizante. Este depois volta ao campo para nutrir os canaviais. É o que a Ajinomoto chama de “biociclo”, um tema já detalhado com a empresa em reportagem do AgFeed.  Apesar do forte apelo em inovação e sustentabilidade, a companhia japonesa também enfrenta um período mais desafiador para os negócios em 2025, em função das margens mais apertadas e maior cautela entre os produtores rurais.  Em entrevista exclusiva ao AgFeed, o diretor de agronegócios da Ajinomoto do Brasil, César Augusto Vilela, avaliou a expectativa para o desempenho da empresa no ano fiscal, que termina em março de 2026. “O ano passado foi o melhor ano da nossa história, em fertilizantes. A empresa, de modo geral, foi muito bem. Mas fertilizantes foi muito, muito bem. Então, é difícil a gente superar o ano passado, porque depois de um crescimento tão grande ali, se a gente conseguir manter esse ano aqui, já estamos super felizes, porque é a máxima histórica?”, afirmou.  Como 40% das vendas de fertilizantes da Ajinomoto estão relacionadas a frutas e 30% são produtores de café, uma commodity que segue bastante valorizada no mercado, os efeitos do “ajuste” em produtos como soja e milho não chegam trazer impacto significativo para a empresa.  Entre as frutas, os destaques são uva, banana e manga. O restante dividido em outras culturas, como grãos e eucalipto.  Vilela acredita que será possível crescer até 5% em relação à safra passada, considerando as informações já contabilizadas dos sete primeiros meses do ciclo da companhia. Ele não revela qual faturamento da Ajinomoto especificamente com fertilizante. Considerando todos os produtos da companhia no Brasil, a receita é entre abril 2024 e março de 2025 foi de R$ 3,6 bilhões.  Globalmente, o faturamento foi de US$ 10 bilhões. O Brasil é o 4º maior mercado do grupo, atrás apenas de Japão, Tailândia e EUA.  Em fertilizantes, o executivo afirma que a empresa já possui entre 1% e 2% de market share em foliares, um segmento que teria pelo menos 600 competidores.   Foco em sustentabilidade  Para seguir crescendo, a Ajinomoto vem investindo em pesquisas e redobrando esforços para mostrar diferenciais nos seus produtos ligados à sustentabilidade. Uma das bandeiras é a economia circular, com o aproveitamento de 100% da cana, que é usada na fermentação, gerando o fertilizante, que depois volta para a lavoura, mas não é só isso. O bagaço também é usado em suas caldeiras nas quatro fábricas que a Ajinomoto possui no Brasil: Laranjal Paulista, Limeira, Valparaíso e Pederneiras, todas no estado de São Paulo.  Outro ponto destacado pela empresa é o fato de um de seus produtos, um fertilizante sólido nitrogenado, permitir uma redução de 64% nas emissões de óxido nitroso, se comparado à ureia tradicional.  “A gente vem fazendo vários trabalhos junto com a Esalq/USP, com a Embrapa, com o IAC, e o que a gente tem visto é que o aminoácido melhora o aproveitamento dos nutrientes, melhora o desenvolvimento radicular e reduz a emissão de óxido nitroso no solo. Então, a gente consegue ganhos importantes de produtividade e de sustentabilidade ao mesmo tempo”, ressaltou Vilela.  No café, a empresa menciona que seus fertilizantes especiais podem aumentar a produtividade entre 10% e 15%, com melhora na qualidade dos grãos e redução de emissões, que poderiam melhorar o valor de mercado da commodity, uma política que a empresa chama de ASV – Ajinomoto Sharing Value, onde “todos ganham”, inclusive o meio ambiente.  A explicação para a menor emissão no café está relacionada ao elevado uso de foliares na cultura. A Ajinomoto diz que um dos seus produtos foliares pode ser aplicado junto com defensivos, por isso reduz o uso de máquinas agrícolas.  Muitas das ações também ajudam a companhia a cumprir suas metas de descarbonização.  “A gente fez ali um escopo 1. A nossa principal ação foi implementar a substituição de caldeiras a gás natural por caldeiras a biomassa na fábrica de Limeira e Laranjal Paulista. Isso trouxe muita redução de gás de efeito estufa, tanto que a gente alcançou (antecipadamente) a meta, que era para 2030”, contou Janaína Padoveze, gerente de sustentabilidade da Ajinomoto do Brasil, que também conversou com o AgFeed.  Nos últimos 3 anos a empresa diz que, em média, já conseguiu evitar a emissão de 130 mil toneladas de carbono equivalente na atmosfera por conta dessa ação.  Padoveze diz que projetos relacionados ao mercado de carbono, por exemplo, estão sendo articulados com parceiros e instituições financeiras. Um deles envolve o aminoácido lisina encapsulada, usado para nutrição animal, outra área que a Ajinomoto atua no Brasil.  A Ajinomoto foi também a primeira cliente da norueguesa Yara, no Brasil, no que se refere à compra de amônia verde, produzida a partir de biometano.  “A amônia é um dos ingredientes também relevantes para o processo de fermentação, e a gente começou essa parceria com a Yara. Já antes deles inaugurarem a planta deles, a gente estava em negociação e a gente começou a comprar uma quantidade de amônia verde no ano e estamos avaliando o impacto de custo também nessa parceria, e a intenção é aumentar cada vez mais a porção de amônia verde no nosso portfólio de materiais”, explicou Janaína.  Segundo ela, a amônia verde ainda custa praticamente o dobro da amônia tradicional, por isso é difícil definir desde já quais serão os volumes que serão adquiridos.  “A amônia verde ainda é uma coisa muito nova, a gente ainda não tem dados suficientes para saber de disponibilidade de compra, preço, o quanto isso vai escalar. A gente sabe que vai escalar, a gente não sabe com que velocidade”, afirmou.

Saiba mais

Notícias

Biociclo: a natureza dentro da indústria

Saiba mais

Notícias

AminoScience: inovação científica que vai além dos alimentos

Saiba mais

Notícias

Grupo Ajinomoto traz ao Brasil solução que reduz em até 25% as emissões na pecuária

Tecnologia baseada em aminoácidos reduz impacto ambiental e os custos de produção, ajudando na descarbonização do setor responsável pela maior parte das emissões nacionais [caption id="attachment_7605" align="aligncenter" width="512"] O óxido nitroso é 270 vezes mais potente que o dióxido de carbono no aquecimento do planeta e se origina principalmente do esterco usado em solos agrícolas e fertilizantes sintéticos (Marcelo Coelho/Divulgação)[/caption] O setor do agronegócio, maior responsável pelas emissões brasileiras de gases de efeito estufa, enfrenta um desafio climático para além do carbono e metano: é o óxido nitroso, 270 vezes mais potente que o CO2 em termos de aquecimento do planeta e que se origina principalmente do esterco usado em solos agrícolas e fertilizantes sintéticos. É nesse contexto que o Grupo Ajinomoto, maior produtora de aminoácidos do mundo, está introduzindo no mercado brasileiro um suplemento nutricional que promete contribuir para a descarbonização da cadeia pecuária. A tecnologia amplamente já utilizada nos Estados Unidos pode reduzir em até 25% as emissões de óxido nitroso e cerca de 10% as de metano, evitando até 1 tonelada de CO₂ equivalente por animal ao ano. Com um portfólio vasto de clientes, a companhia japonesa oferece soluções para a indústria alimentícia e tem como meta global reduzir em 50% seus impactos ambientais até 2030 Na pecuária, o óxido nitroso é liberado quando há excesso de proteína nas rações dos animais. "O animal vai ingerir, não vai utilizar e vai excretar para o ambiente, aumentando a poluição", explicou em entrevista à EXAME, Edgar Ishikawa, diretor de nutrição animal da Ajinomoto do Brasil. A inovação se trata de um suplemento à base de lisina – aminoácido essencial para a síntese de proteína muscular e do leite em bovinos e seu diferencial é o encapsulamento patenteado pela companhia japonesa, que protege o nutriente durante a digestão. Na prática, a partícula vai passar intacta pelo rúmen, chegar ao intestino delgado e se transformar em lisina para ser absorvida pelo corpo. Segundo Edgar, a proteção é essencial porque permite que nutricionistas formulem rações mais precisas, com menores teores de proteína bruta, evitando os excessos que geram as emissões poluentes. Janaína Padoveze, gerente de sustentabilidade da Ajinomoto do Brasil, complementou que a solução chega ao país em um momento estratégico. "O Brasil é um dos maiores produtores de carne bovina do mundo e detentor do segundo maior rebanho, nosso foco é ajudar o setor a descarbonizar", contou à EXAME. O mercado brasileiro tem algumas particularidades em relação a outros países: os animais normalmente são criados em sistema extensivo a pasto até uma certa idade e depois vão a um confinamento onde recebem uma dieta concentrada "para desempenhar melhor nos últimos 100, 120 dias da vida de vida antes do abate", explicou Edgar. Estratégia de sustentabilidade A introdução no mercado brasileiro se alinha às metas globais do Grupo Ajinomoto de reduzir em 50% seus impactos ambientais até 2030. "É uma solução que reforça nosso compromisso com a sustentabilidade, não só com o que é nosso aqui dentro, mas pela preocupação com os fornecedores e cadeias que nos relacionamos", destacou Janaína. O produto, lançado globalmente em 2011, passou por reposicionamento recente. Inicialmente focado apenas em aumento de produtividade, há um ano a empresa começou a destacar seus benefícios ambientais. Atualmente, toda a produção é centralizada nos Estados Unidos, de onde é exportada para todos os continentes. No entanto, os executivos contaram que já estão trabalhando para possibilitar produção local. 

Saiba mais

Notícias

Menos de 20% dos brasileiros sabem como praticar consumo consciente na alimentação

Levantamento sugere que o principal desafio do setor é de comunicação, já que 80% da população não conhece selos e certificados de qualidade de produtos [caption id="attachment_7598" align="alignnone" width="512"] Para que consumo consciente seja praticado, setor precisa educar o consumidor sobre sistemas alimentares sustentáveis ( Tom Werner/Getty Images)[/caption] 68% dos brasileiros reconhecem a importância da sustentabilidade na produção de alimentos. Para estes, ela é determinante para o futuro do planeta. No entanto, menos de 20% sabe como identificar alimentos produzidos de forma sustentável. A pesquisa da Ajinomoto do Brasil e da Nexus conclui que os brasileiros têm vontade de praticar o chamado “consumo consciente”, mas o setor de alimentação falha na educação dos consumidores. “Os dados nos mostram um caminho claro. Não precisamos convencer o consumidor sobre a importância da sustentabilidade, que já é amplamente comentada. Precisamos trabalhar para que ela seja compreendida”, diz Adriana Moucherek, Diretora de Marketing, Trade e Inteligência de Dados na Ajinomoto do Brasil. Consumo consciente depende de educação sobre sistemas alimentares sustentáveis Atualmente, o ponto de partida para a melhor educação do consumidor brasileiro quanto ao consumo consciente se encontra na compreensão dos sistemas alimentares sustentáveis. 8 em cada 10 brasileiros não sabem o que eles são nem como são importantes para a prática. Por esse motivo, apenas 16% dos brasileiros entendem o que são selos e reconhecimentos e os verificam durante a compra de alimentos.  Na pesquisa, apenas 6% conseguiram lembrar o nome de algum selo relacionado à sustentabilidade alimentar. Em termos resumidos: um sistema alimentar é o conjunto de atividades envolvidas na produção, processamento, distribuição, preparo, consumo e descarte de alimentos. Para ser considerado um sistema alimentar sustentável, essas atividades precisam considerar o impacto na saúde global e questões socioeconômicas e ambientais com o objetivo de garantir a segurança alimentar e nutricional. É seguindo esta postura que produtos ganham selos e reconhecimentos, que podem ser verificados pelo consumidor interessado no consumo consciente.  “Os resultados mostram que o público não rejeita a sustentabilidade, mas precisa de informação mais clara e acessível. Os 29% que enxergam o conceito de sistemas alimentares sustentáveis distantes ou confusos confirmam: o desafio para a indústria de alimentos não é a aceitação, mas sim a comunicação”, conclui Moucherek.

Saiba mais

Contato para a imprensa

Pessoas se comunicando em uma mesa

Comunicação Ajinomoto do Brasil

+55 (11) 5080-6700

imprensa@br.ajinomoto.com

Rua Vergueiro, 1737 - Vila Mariana - São Paulo/SP

CEP: 04101-000

Assessoria de Imprensa - FSB Comunicação

+55 (11) 3165-9595 / +55 (11) 91665-8665

ajinomoto@fsb.com.br

projetovitoria@fsb.com.br