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Alimentos e Bebidas



GLICINA

Ácido Aminoetanóico/ Ácido Aminoacético



GLICINA

  MONOCLORIDRATO DE L-CISTEÍNA MONOHIDRATADA

  Monocloridrato de Ácido (R)-2-Amino-3-mercatopropanóico monohidratado

MONOGRAFIAS OFICIAIS


USP (USP 26, NF 21)
ER (4ª edição, 2002)
ChP (2000)
JP (14ª edição)
FCC (4ª edição)
JSFA (7ª edição)

ESTRUTURA MOLECULAR

Organização do cristal

Ponto de fusão

Rotação específica

Constante de Dissociação

Solubilidade

Estabilidade

Monoclínico, triangular;

233ºC (decomposição);

[a] 20D+24,8 a +25,8º(c = 8, 6 mol/L HCl)

pK COOH = 2,34 pK NH3 + = 9,60 pI = 5,97

(H2O, g/100g) 22,5 (20ºC), 33,2 (40ºC), 45,3 (60ºC);

Estável.

DESCRIÇÃO

Um cristal branco ou pó cristalino, sem odor e de sabor adocicado; Prontamente solúvel em água e ácido fórmico e praticamente insolúvel em etanol.


FABRICAÇÃO


A Glicina é fabricada pela síntese química a partir de formaldeído ou ácido monocloroacético e amônia.


DERIVADOS


Cloridrato de Glicina: Ponto de fusão 185ºC
Cloridrato de Metiléster Glicina: Solúvel em EtOH, P. fusão 175ºC
Cloridrato de Etiléster Glicina: Solúvel em água e EtOH, P. fusão 144ºC
tert-Butiléster de Glicina : Ponto de ebulição a 65-67 o C, 20mmHg
Glicina Hidrazida : Solúvel em CHCl3, insolúvel em EtOH, Ponto de fusão 80-85ºC
Dihidrato de Glicina Anilida : Cristal de agulhas (H2O), P. fusão 62ºC
N -Benzoil Glicina (ácido hipúrico): Ponto de fusão 186-187ºC
N -Acetil Glicina: Cristal (H2O), Ponto de fusão 206ºC
N -Metil Glicina: Cristal (EtOH), Ponto de fusão 212-213ºC
N -Fenil Glicina: Ponto de fusão 127-128ºC
N -Benziloxicarboxil Glicina: Ponto de fusão 120ºC

METABOLISMO

Aminoácido glicogênico e não essencial. Existem várias vias para o catabolismo da glicina. A clivagem da glicina no complexo da mitocôndria é considerada o mais importante entre os mamíferos. Nesta via, a glicina é descarboxilada em dióxido de carbono e N5, N10- ácido metilenotetrahidrofólico (N5, N10-THF) pela glicina sintase. Esta reação é reversível. Por outro lado, a glicina é reversivelmente convertida em serina pela serina hidroximetiltransferase e subseqüentemente pode fazer o caminho envolvendo sua metabolização em ácido pirúvico. A glicina é metilada para formar sarcosina (N-monometilglicina) e betaína (N-trimetilglicina). Esta reação também representa um precursor da creatina, que tem um profundo envolvimento na contração muscular. É também um componente da glutationa, que é um importante antioxidante no organismo.

USO

A glicina é usada no campo farmacêutico como um componente de medicamentos dermatológicos para eczemas e dermatites, agentes hepáticos e antialérgicos, e em elaborações integrais de aminoácidos. Na nutrição clinica, é usado como componente para nutrição enteral e parenteral. Para alimentos processados, a glicina é usada como condimento e também como aditivo que garante melhor conservação do alimento por conta de sua ação antibacteriana. É usada em grandes quantidades como um aminoácido essencial em nutrição de frangos. Outras aplicações incluem seu uso como matéria-prima na produção de surfactantes e herbicidas.